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AMATRA1 apoia feira de empregos para pessoas com deficiência no TRT/RJ

AMATRA1 apoia feira de empregos para pessoas com deficiência no TRT/RJ
O "Circuito Dia D - Feira de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência e Reabilitados do INSS" acontece nesta quarta-feira (14) na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ). A iniciativa tem o apoio da AMATRA1 e é uma parceria com o Instituto Rede Incluir, a Superintendência Regional do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda.

A 2ª vice-presidente da AMATRA1 e integrante da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do TRT/RJ, Mônica do Rêgo Barros, participou do evento e alertou que “as empresas precisam cumprir sua função social e a oferta de empregos acessíveis faz parte desse dever”. 

Para a presidente da comissão, desembargadora Alba Valéria Guedes, a importância do Dia D vai além de empregar os candidatos. “O evento também serve para conscientizar as pessoas de que toda a sociedade pode ajudar e aprender a ser inclusiva, fazendo valer o direito constitucional de acessibilidade, ou seja, tornar público aquilo que já é um direito”, disse.

O Circuito Dia D acontece desde 2014 e tem várias edições ao longo do ano. O evento contou com a presença de 10 empresas, South&Co, Viva Rio, Taco, Supercompra, Casa&Video, Supermercados Guanabara, Supermarket, Farmácia Naturativa, Serede e  Gerdau, que ofereceram mais de 300 vagas de emprego para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS. A estimativa é que cerca de 370 candidatos passarão pela feira.

De acordo com o presidente do Instituto Rede Incluir, Antoniel Bastos, o objetivo do evento é conscientizar e contratar. “Incluir é um ato de qualidade de vida. Não adianta apenas contratar, deve acontecer uma inclusão desse profissional no mercado de trabalho e na empresa que o contrata”, afirma. 

O evento tem vagas para todos os níveis, desde assistentes até pessoas com Ensino Superior. Os candidatos passam pela triagem, entrevista e podem sair empregados. Jonantan Rodrigues, 23 anos, veio de Guaratiba para tentar conseguir o seu primeiro emprego. O candidato, que já foi estagiário no Ministério Público, conta as dificuldades que enfrenta após entregar o currículo. “Entrar no mercado de trabalho não é fácil, principalmente para quem tem deficiência visual. A empresa precisa ter adaptações e, infelizmente, muitos lugares acabam despachando a gente”, disse. 
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