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Campanha do CNJ foca na relação entre tráfico de pessoas e trabalho forçado

Campanha do CNJ foca na relação entre tráfico de pessoas e trabalho forçado
O vínculo entre o trabalho forçado e o tráfico de pessoas será um dos alertas da campanha virtual “Brasil sem tráfico humano”, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Agência da ONU para as Migrações (OIM). A ação será lançada neste sábado (30), data escolhida para o Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, e marcará a 8ª Semana Nacional de Mobilização para o Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. No Brasil, o crime já fez, ao menos, 1.811 vítimas de 2017 a 2020, segundo o Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas, publicado em 2021.

A iniciativa fará a veiculação de conteúdo em linguagem acessível nas redes sociais das entidades envolvidas. O objetivo é disseminar informações para todos sobre os diferentes aspectos que caracterizam a prática ilegal, fazendo com que a denúncia seja de mais fácil reconhecimento para as autoridades competentes. Dessa forma, pretende-se fortalecer a repressão ao tráfico de pessoas.

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Entre as informações presentes no material gráfico que será divulgado, estão as formas de denunciar a distância ou em pontos de atendimento. Os conteúdos também vão trazer alertas sobre situações que antecedem o tráfico de pessoas, como ofertas de emprego que parecem fáceis e interessantes, com boas remunerações, mas que acabam gerando o tráfico junto ao trabalho forçado e/ou exploração sexual.

Em caso de suspeita de tráfico de pessoas, é possível denunciar pelo Disque 100 ou pelo Ligue 180, canais governamentais de combate às violações de direitos humanos e de violência contra a mulher. Também é possível acionar a Polícia Federal, a Polícia Civil, os Núcleos Estaduais de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (NETPs) e Postos Avançados de Atendimento Humanizado aos Migrantes (PAAHMs). Clique aqui para ver os contatos e endereços.
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