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Projeto e-Garimpo, do TRT-1, é segundo colocado no Programa Startups JT

Projeto e-Garimpo, do TRT-1, é segundo colocado no Programa Startups JT
O projeto e-Garimpo, desenvolvido por juízes e servidores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), foi o segundo colocado na fase “Lapidação” do Programa Startups JT, do CSJT. Trata-se da versão automatizada do projeto Garimpo, originário do TRT-21 (RN) e nacionalizado em 2019. “O e-Garimpo consiste na automatização da oferta de saldo existente em processos que precisam ser arquivados”, explica o juiz do Trabalho e associado da AMATRA1 André Villela, um dos responsáveis pelo projeto e juiz gestor substituto do Garimpo no TRT-1. 

Com a implementação do projeto Garimpo, que localiza valores esquecidos em contas judiciais para disponibilizá-los a processos de execução, tornou-se possível agilizar a vida de quem precisa arquivar um processo ainda com saldo e a de quem necessita de recurso para finalizar a execução, por meio da transferência de créditos entre a vara ofertante do saldo e a vara recebedora. 

O problema é que a rotina manual de oferta de saldos envolve diversos servidores, várias etapas e está sujeita a muitos tipos de erros. Além de eliminar esses erros, a automatização da oferta de saldos vai permitir que se estabeleça e se obedeça a critérios mais justos no ato da oferta, gerando mais precisão e efetividade, além de mais rapidez no arquivamento dos processos.  

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Além do juiz André Villela, são responsáveis pelo e-Garimpo os servidores Ricardo Kathar Júnior (64ª VT/RJ), Osvaldo Oliveira (Presidência), Fernanda Baracat (59ª VT/RJ), Patricia Falcão (Corregedoria – Projeto Garimpo); além dos seguintes servidores da STI: Catia Fernandes, Erika Neves, Daniel Câmara, Antonyonne Bessa e Helder Cavalcanti. Participam, ainda, como colaboradores: Isabelle Cardoso (63ª VT/RJ), Flavio Diogo (5ª VT/Niterói) e Eduardo Gatti (1ª VT/DC). O projeto conta, ainda, com o apoio do Subcomitê de Inovação do TRT-1.

"Nosso grupo está muito feliz com o resultado. Estamos envolvidos com o projeto desde o ano passado e acredito que as soluções trazidas pelo e-Garimpo serão muito proveitosas, mas ainda há um longo trabalho pela frente. Agora entramos na terceira fase do programa, com novos desafios. Temos três meses para desenvolver o primeiro protótipo funcionando e, nesse meio tempo, há aspectos que serão avaliados juntamente ao CSJT e pontos a aprimorar. Mas certamente estar entre os dois primeiros projetos aprovados sem ressalvas nos traz muito orgulho”, esclareceu o juiz André Villela. 

*Com informações do TRT-1

Imagem: Divulgação Programa Startups JT
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